Na última terça-feira (1/10), uma das principais e mais tradicionais instituições federais do país, a universidade Federal de Goiás (UFG), realizou eleições para a nova gestão do seu Diretório Central dos Estudantes, tendo como vencedora a chapa 2 – Linha de Frente.
A eleição bateu recorde histórico com a participação de 3554 estudantes votantes, contabilizando 1735 votos para a chapa vencedora. As outras duas concorrentes, chapa 1 – ‘’Zumbi dos Palmares’’, e chapa 3 – ‘’Independência pra lutar, coragem pra mudar’’ receberam 1321 e 498 votos, respectivamente.
Para a estudante de Geografia e representante do novo DCE, Déborah Evellyn, o processo eleitoral foi marcado pelo reconhecimento da consciência política dos estudantes. ‘’Nos anos anteriores sempre tivemos eleições com chapa única. Depois das manifestações de junho em todo o país, os jovens começaram a se envolver e se interessar mais’’, contou.
Assistência estudantil, consolidação do Conselho Fiscal do Restaurante Universitário com participação dos estudantes, construção das casas dos estudantes nos campi do interior e maior interação com as Atléticas Universitárias são algumas das propostas da gestão eleita.
O processo eleitoral iniciou-se no mês de maio e contou com urnas espalhadas por todos os campi da universidade. Todas as mesas de votação tiveram acompanhamento de fiscais e diretores da UNE.
UNESC
A Universidade do Extremo Sul Catarienense (UNESC) também elegeu novo DCE. Na última quinta-feira (3/10), com a participação de duas chapas e 2136 estudantes votantes, a vencedora ‘’DCE na Rua’’, iniciou sua gestão.
As principais propostas da chapa eleita são construir o projeto intitulado DCE +10, com a realização de debates acerca das pautas da juventude, como passe livre e assistência estudantil e a parceria com a “SOS vira lata”, uma ONG que resgata cães de rua e promove feira de adoção.
Segundo Yuri Becker, presidente da União Catarinense dos Estudantes (UCE), a ideia é fazer o mesmo com os cães abandonados que vivem na universidade. ‘’ A UNESC tem 10 mil estudantes, muitos que vem de fora e moram sozinhos. Além de tirar os cães das ruas, eles podem servir de companhia’’, falou.
Da Redação