A diretoria executiva da UNE se reuniu na última sexta-feira (20/02) na sede das entidades estudantis em São Paulo e aprovou uma resolução de conjuntura para o próximo período de lutas do movimento estudantil. No documento e UNE afirma que não admite “Nenhum centavo a menos para a Educação”, contra os cortes na educação e pela implementação das metas do Plano Nacional de Educação. Além disso, a entidade propõe unificar os movimentos sociais em torno em uma ampla frente pela garantia e ampliação de direitos e por reformas estruturais no Brasil.

Os estudantes colocam como urgente barrar a PEC Corrupção Eleitoral – 352/14 e lutar por uma verdadeira reforma política que amplie a nossa democracia proibindo o financiamento de empresas nas campanhas eleitorais e maior participação popular. Ainda na área das reformas a sugestão é fortalecer o Projeto de Lei de Iniciativa Popular proposta pela Coalizao Democratica, uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana para mudança do Sistema Político e pela mudança da política macroeconômica com a diminuição das taxas de juros.

Também como tarefa central do movimento estudantil a resolução determina a defesa da Petrobras em seu caráter público e a garantia do Pré-Sal para a educação pública. >>>Leia aqui na íntegra o documento>>> ou baixe aqui. 

O mais importante do encontro foi o lançamento do 63º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) que acontecerá nos próximos dias 20, 21 e 22 de março de 2015 também na capital paulista. Os DCEs, CAs, UEEs, Executivas e Federações que tem interesse em participar já podem se credenciar. Leia aqui mais sobre o CONEG.

MOÇÕES

Durante a reunião foram aprovadas também três moções. Em apoio a luta dos trabalhadores como da Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e da General Motors de São José dos Campos (SP); contra o contingenciamento na educação brasileira e em apoio à luta dos professores e servidores estaduais do Paraná. Leia na íntegra as moções.

Os professores estaduais e outros setores do funcionalismo público do Paraná entraram em greve há 15 dias contra um pacote de ajustes que liquida direitos e conquistas históricas dos servidores públicos do estado. O Sindicato dos Trabalhadores de Educação do Paraná, a APP Sindical, juntamente com a União Paranaense dos Estudantes (UPE) a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) e diversos DCEs e entidades estudantis estiveram na linha de frente dessa luta que conseguiu barrar a aprovação dessas medidas na base do “tratoraço”. Leia mais aqui. 

 Da Redação