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Em Comissão na Câmara, UNE debate demissões na Estácio

20/12/2017 às 17:34, por Renata Bars.

Diretora de Universidades Privadas da UNE, Keully Leal, representou os estudantes na audiência

Secretaria do Trabalho prometeu nova audiência interna, com todas as partes envolvidas, para 2018

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira (20) uma audiência pública para discutir a demissão de cerca de 1.200 professores da Universidade Estácio de Sá.

Segundo a diretora de universidades privadas da UNE Keully Leal, presente na audiência, o debate proporcionou importantes apontamentos.

”Hoje conseguimos o início de uma vitória: a secretaria do trabalho irá articular uma audiência interna com todas as partes envolvidas, professores, sindicatos, universidade e estudantes, para o ano que vem. Assim será possível chegarmos a um acordo”, explicou.

Proposta pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a audiência também teve como convidados o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, o procurador do Trabalho da 1° Região Marcelo José Fernandes da Silva, o presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), Celso Napolitano, o reitor do Centro Universitário Estácio de Brasília, representado pelo Sr. Hudson Mello Junior, reitor da Universidade Estácio de Sá, Adriano Luis Fonseca.

Para o deputado, demissões como esta são reflexos da reforma trabalhista (Lei 13.467/17). Segundo ele, em nota divulgada, a universidade diz que os novos profissionais serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43), sob a justificativa de que as demissões fazem parte de uma reorganização em sua base de docentes, com o objetivo de manter a sustentabilidade da instituição.

“Porém, está claro que a Instituição de ensino aproveitou a reforma trabalhista para demitir os profissionais já que agora, com a nova legislação, poderá preencher as vagas com contratos mais flexíveis e com menos direitos trabalhistas”, disse Silva.

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