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8 motivos para ir ao 8º EME

13/03/2018 às 17:42, por Renata Bars Fotos: Yuri Salvador.


Site da UNE te ajuda a se livrar das dúvidas e fazer agora mesmo sua inscrição para o maior encontro de mulheres estudantes do país

A 8ª edição do Encontro de Mulheres Estudantes da UNE (EME) está cada vez mais próxima. De 30 de março a 1 de abril, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, será palco de debates feministas, atividades culturais, e arenas de discussão sobre os assuntos como saúde, economia , gênero, racismo, violência, segurança, sexualidade, assistência estudantil e muito mais.

Pra te convencer de vez que o Encontro está imperdível, o site da UNE preparou 8 motivos para você fazer sua inscrição e embarcar de vez para o 8º EME. Confira:

1 – Fazer parte da resistência feminista

O 8º EME traz como tema um assunto necessário em tempos de retrocessos e perda de direitos: a resistência. “Mulheres em movimento: a resistência feminista nas universidades e nas ruas” faz um chamado às estudantes para resistirem, se organizarem e fortalecerem a luta por um Brasil justo para todas as mulheres.

2 – Arquitetar a destruição do patriarcado

O empoderamento feminino é fundamental para fazer enfrentamento a todas as armadilhas patriarcais arraigadas na sociedade. A luta contra a sexualização da mulher, a violência, o silenciamento, as duplas jornadas de trabalho e até contra os salários inferiores aos dos homens passa por ele. Por isso, debater entre mulheres para mulheres fortalece a todas.

3 – Dizer não à violência machista

Segundo a pesquisa Relógios da Violência, realizada pelo Instituto Maria da Penha a cada 7.2 segundos uma mulher é vítima de violência física. O EME abordará o assunto na Arena Feminista intitulada ”Violência contra as mulheres e segurança pública”.

 

4 – Ficar por dentro das pautas

Informação é poder. Enquanto a luta feminista avança, pautas conservadoras são discutidas e aprovadas no Congresso Nacional. O que dizer da proposta de reforma da previdência que neglicencia a dupla jornada feminina e propõe a mesma idade para homens e mulheres na aposentadoria? A mesa ”Resistência Feminista frente ao golpe e ao avanço neoliberal conservador” trará para o debate essa e outras questões.

5 – Fortalecer a organização política feminista

Embora representem 51,7% dos eleitores brasileiros, a participação das mulheres na Câmara dos Deputados é de 9%, número semelhante aos 10% registrados no Senado. As 641 mulheres eleitas ao cargo de prefeita nas eleições municipais de 2016 representaram apenas 11,57% do total. O número chega a ser menor do que o registrado no pleito de 2012, quando elas somavam 659 prefeitas eleitas. Apesar da legislação impor cota de gênero, a participação feminina na política ainda é pequena se comparada aos homens, que em 2016 elegeram 4.898 prefeitos, total de 88,43%.
Reunidas no EME, mais mulheres poderão debater e propor avanços na participação feminina na política.

6 – Trocar experiências

Além das arenas feministas, shows e intervenções culturais farão parte do 8º EME. A pluralidade de atividades será responsável pela integração das mulheres. Cada uma com sua vivência, cada uma com o seu entendimento de feminismo. Cada uma de um canto diferente do país. Oportunidade para criar laços feministas para toda a vida!

 

7 – Exibir a sua arte

O 8º EME será também um espaço acolhedor para a arte feminista. As inscrições nas linguagens de Arte Cênicas, Música, Literatura, Artes Visuais e Audiovisual estão abertas. As interessadas deverão estar inscritas no 8º EME da UNE e preencher o formulário disponível neste link até o dia 23 de Março.

8 – Protagonizar as mudanças

No meio estudantil, cada vez mais mulheres tem tomado a frente na organização de CAs, Das e DCEs. A UNE é, pela terceira vez consecutiva, presidida por uma mulher e a diretoria executiva é composta por cerca de 50% de mulheres. São negras, cotistas e trans que estão fazendo a diferença e protagonizando a revolução feminista. Venha fazer parte disso no 8º EME!

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