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UNE representa o Brasil no XIX Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes

17/10/2017 às 17:07, por Redação com informações da Prensa Latina.


Evento reúne mais de 25 mil jovens de 180 países até o dia 22 de Outubro na cidade de Sochi na Rússia

Com 25 mil jovens de 180 países, a cidade de Sochi na Rússia se transformou na capital da juventude desde o dia 14 de Outubro com a abertura do XIX Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes que tem o lema ‘Pela paz, a solidariedade e a justiça social, lutemos contra o imperialismo. Honrando nosso passado construímos o futuro’.

Até o dia 22 de Outubro os jovens participam de atividades culturais e esportivas, conferências e painéis de discussão sobre cultura e a globalização, a economia mundial, desenvolvimento das instituições públicas e a segurança internacional no complexo esportivo construído para as Olimpíadas de Inverno Sochi 2014.

Mais de uma centena de jovens brasileiros, entre eles uma comitiva da UNE, UBES e ANPG participam das atividades.

O estudante da FATEC Guarulhos, Henrique Domingues, é do Comitê organizador do FMJE. Ele destaca que a escolha da Rússia para organizar um evento em defesa da democracia e das condições se desenvolvimento equânime para todos os povos não foi por acaso.

“A ideia é poder aproximar a juventude do maior movimento anti-imperialista que já aconteceu na história a Grande Revolução de Outubro de 1917, um evento político que possibilitou pela primeira vez ao povo trabalhador dirigir os rumos de uma nação. Por exemplo, foi só depois da revolução russa de 17 que a primeira mulher assumiu um cargo político de Estado e, além disso, até hoje é possível testemunhar o legado deixado pela revolução porque há um robusto sistema de educação fundamental e superior, de saúde públicos”, afirma.

A presidenta da UNE, Marianna Dias, participou nesta segunda-feira (16/10) do debate sobre O papel e a contribuição do movimento estudantil na luta contra o imperialismo pela paz e pela solidariedade.

Já o Secretário-Executivo da OCLAE e diretor da UNE, Rafael Bogoni, participa nesta quarta-feira (18/10) do debate “Processos de privatização e as conseqüências sobre a luta do estudante pela educação pública, gratuita e de qualidade.

A presidenta da UBES, Camila Lanes, participa também nesta quarta-feira (18/10) do debate Organizações estudantis e jovens estudantes.

A líder da ANPG, Tamara Naiz, estará no mesmo dia representando os pós-graduandos na discussão sobre a luta dos jovens pelo direito ao acesso gratuito e universal à Saúde, Educação, Ciência, Cultura e Informação.

Na quinta-feira (19/10) Henrique contribui no debate sobre a luta por liberdades e direitos democráticos e populares contra as medidas repressivas e o estado de situação de emergência, que os governos utilizam como pretextos contra os povos.

Sobre o Festival

Em 1945, ainda com o movimento antifascista muito ativo, após a II Guerra Mundial, se criou a Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) que se pronunciou a realizar os festivais com intuito de promover o diálogo sobre a paz e fortalecer as relações entre nações e culturas bem como impulsionar a consolidação do movimento juvenil mundial, sob os princípios de justiça e solidariedade.

Dois anos depois e no meio de um ambiente do chantagem atômica e a campanha anticomunista, dentro e fora dos Estados Unidos, abriu suas portas o primeiro festival mundial da juventude e os estudantes no estádio Strahov, em Praga.

17 000 jovens de 72 países assistiram a esse primeiro festival, o mais prolongado de todos até agora (mais de quatro semanas).

Desde então a juventude progressista, em prol de a paz e dignidade dos povos reuniu-se a cada dois anos em diversas países do mundo como Finlândia, Alemanha, Venezuela, África do Sul, Equador, Argélia, Cuba e Coréia do Norte.

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