Pular para o conteúdo Pular para o Mapa do Site

Notícias

Últimas Notícias

Servidores públicos interrompem a greve no RS, mas a pressão continua

14/09/2015 às 13:50, por Cristiane Tada.

UEE-RS organiza uma vigília para sensibilizar deputados contra propostas que prejudicam a educação

Os servidores públicos interromperam temporariamente a greve no Rio Grande do Sul.

Em assembleia realizada na tarde da última quinta-feira (10), o Movimento Unificado — composto por 44 entidades que representam funcionários públicos estaduais — recomendou a suspensão da greve a partir da sexta-feira.
Estudantes e trabalhadores públicos estavam acampados em frente ao Palácio Piratini em Porto Alegre desde o dia 08 de Setembro.

Porém, conforme o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado (Fessergs), Sérgio Arnoud, disse para o jornal Zero Hora os servidores devem continuar em “estado de greve”, ou seja, retomarão as paralisações sempre que um fato novo acontecer. Em caso de novo atraso da folha salarial, a greve será retomada “igual ao número de parcelas”.

Os professores retomaram as aulas já nesta segunda-feira (14).
Mas a pressão aos deputados na Assembleia Legislativa continua nesta terça-feira (15) quando deverá ser votado alguns projetos que ameaçam estudantes, professores e servidores como o 206/2015, que congela os investimentos nos serviços públicos e pode comprometer o pagamento do piso nacional dos educadores.

A União Estadual de Estudantes Dr. Juca junto com a UNE e a UBES está chamando para uma vigília de segunda para terça-feira, com debate e uma atividade cultural.

“Queremos marcar nossa participação ao lado dos servidores e contra os retrocessos do governo e pela valorização da educação”, afirmou Thays Berg, uma das coordenadoras da UEE-RS.

O Estado Gaúcho enfrenta uma crise sem precedentes em toda a sua história. O governo de José Ivo Sartori (PMDB) tem passado maus bocados e afirma que, sem dinheiro no caixa, já não consegue mais pagar os salários do funcionalismo em dia. Sartori chegou a parcelar em mais de 3 vezes o pagamento mensal dos servidores estaduais.

Pular para o Conteúdo Pular para o Topo