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Semana de retrocesso fortalece a luta contra reformas de Temer

16/02/2017 às 16:21, por Cristiane Tada.

Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e o projeto Escola Sem Partido estão sendo discutidos no Congresso

O ano no legislativo começou com força total na agenda golpista de Michel Temer quer impor sobre o país. As pautas dessa quinta-feira (16/02) da Câmara dos Deputados
envolvem a reforma da previdência, a reforma trabalhista e o projeto Escola Sem Partido. Entre os retrocessos do ‘dia do fim do mundo”, como está sendo chamado hoje, é aguardada a sanção presidencial para a Reforma do Ensino Médio.

“Esse conjunto de medida impacta de forma pesada o futuro da juventude brasileira. A reforma da previdência praticamente acaba com a possibilidade de aposentadoria para aqueles/as que ainda não começaram a contribuir e não são concursados/das. Se as medidas do governo passarem trabalharemos toda a vida, nem regime precarizado e sem a certeza de acessar a aposentadoria depois. A juventude só resta a luta e a resistência contra aqueles que querem destruir os nossos direitos”, destacou a vice-presidenta da UNE, Moara Correia.

Já a presidenta da UNE, Carina Vitral, esteve na Avenida Paulista, em São Paulo, na ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em frente a sede da presidência da República na capital, que reivindica o Programa Minha Casa Minha Vida para as camadas mais populares. “ O ano de 2017 começou com muita resistência e promete grandes lutas porque o governo vem quente para botar a crise econômica nas costas dos trabalhadores que já tem uma vida difícil”, ressaltou.

Calendário de Lutas

A UNE, UBES e entidades do movimento educacional já se posicionaram abertamente contra os projetos citados que focam em mudanças no ensino nas escolas brasileiras.

Para os estudantes uma escola onde o professor não pode se manifestar livremente principalmente sobre questões políticas, sócio-culturais e econômicas e sejam proibidos de incentivar os estudantes a participar de manifestações só representa prejuízos para uma educação emancipatória. > Leia mais sobre o projeto da Escola Sem Partido.

Já a “reforma” no ensino médio da forma como foi feita através de uma medida provisória sem diálogo com a comunidade escolar, também não agrada aos estudantes.
A presidenta da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), Camila Lanes, tem se debruçado sobre o tema desde sua concepção e é enfática: “É bem utópico da parte do governo achar que isso que vai dar certo”. >> Leia a entrevista completa.
A UNE aprovou um calendário de lutas a partir de março que se posicionar fortemente nas ruas contra os retrocessos e a agenda de cortes nas áreas sociais e de retirada de direitos dos estudantes e trabalhadores. As datas preveem mobilizações para o 08 de Março: Dia Internacional das Mulheres; 15 de Março: Dia Nacional de Greve na Educação e 28 de Março: Dia Nacional de Luta estudantis em memória a Edson Luís.

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