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Retrospectiva 2015/2017: Todas as vozes se encontram na UNE

07/06/2017 às 17:21, por Renata Bars.


Gestão 2015-2017 promoveu encontros de mulheres, negros e LGBT que entraram para a história da entidade

Ao longo destes dois anos, três importantes encontros mostraram a força da diversidade e da luta contra as opressões na União Nacional dos Estudantes. A 5ª edição do Encontro de Estudantes Negros, Negras e Cotistas (Enune), o 2º Encontro LGBT da entidade e a 7ª edição do Encontro de Mulheres Estudantes (EME), destacaram as vozes do combate a todas as formas de preconceito.

A agenda dos encontros foi inaugurada em março, com o 7º EME, que aconteceu entre os dias 25 e 27, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói.

Na ocasião, mais de 2.000 universitárias se reuniram para discutir pautas como a legalização do aborto, a violência e o machismo, a garantia dos direitos sexuais e reprodutivos de todas as mulheres e a conjuntura política do país.

No principal texto aglutinado no 7º EME da UNE, a Carta Niterói, estão reunidos os principais anseios das feministas acumulados durante o encontro.

Mulheres reunidas na abertura do 7º Eme da UNE, em Niterói

De 10 a 12 de junho em São Paulo, foi a vez do Encontro LGBT da entidade mostrar a que veio. Esta foi a segunda edição do evento e até hoje a maior da UNE. Mais de 600 estudantes reunidos na Faculdade Zumbi dos Palmares debateram as dificuldades e os avanços da comunidade LGBT, contribuindo para a construção de uma entidade mais forte e representativa.

Ao final, foi aprovada a Carta de São Paulo. O documento, fortemente político, repudiou o avanço do conservadorismo no país e reafirmou a unidade do movimento LGBT.

Mesa diretora abre o 2º Encontro LGBT da UNE, em junho de 2016

Já o Enune, foi construído de 5 a 7 de agosto de 2016, em Salvador, com milhares de jovens que reafirmaram a luta da juventude negra. A edição marcou os dez anos do encontro e abordou temas fundamentais, como o empoderamento negro, racismo e violência, além da luta contra os retrocessos.

A Carta de Salvador, aprovada ao final do evento, repudiou o golpe realizado no Brasil e celebrou a unidade do movimento negro na luta contra o racismo e também contra o genocídio da juventude negra.

Assista ao vídeo do 5º Enune:

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