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Primeira semana do ano é marcada por protestos contra o aumento no transporte

06/01/2017 às 15:40, por Redação.


Estudantes tem mobilizado protestos contra o aumento da tarifa em todo o Brasil (foto Belo Horizonte, pela Mídia Ninja)

2017 mal começou e os reajustes nas tarifas de transporte público já estão prejudicando milhares de usuários. Em Belo Horizonte (MG) e em Brasília (DF), a população permaneceu mobilizada em mais de um ato durante a semana. Na capital mineira o valor da passagem foi de R$3,70 para R$4,05. O primeiro ato aconteceu na tarde de quarta-feira (4) e acabou em frente à Prefeitura. No fim do ato foi realizada uma assembleia onde foi definida uma nova manifestação nesta sexta-feira (6) na Praça Marília de Dirceu, bairro de Lourdes, onde mora o prefeito Alexandre Kalil (PHS/MG).

Também na quarta-feira, 4, dando continuidade ao ato que aconteceu nessa segunda (2) a população da capital federal retornou às ruas nos arredores da Rodoviária do Plano Piloto de Brasília para protestar contra o aumenta das tarifas do transporte público.  As taxas subiram de R$ 2,25 para R$ 2,50; de R$ 3 para R$ 3,50 e de R$ 4 para R$ 5, de acordo com o trecho e a modalidade utilizados.

Ainda na quarta-feira (4) na cidade de Vitória no Espírito Santo, manifestantes saíram da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) às 19h15 e seguiram e pararam a Avenida Fernando Ferrari, no sentido Centro de Vitória. Lá o preço das passagens subiu de R$2,80 para R$ 3,20.

Em Campinas, a tarifa do transporte coletivo subirá para R$ 4,20 a partir de sábado (07) para quem usa o Bilhete Único. O valor atual é de R$ 3,80. De acordo com informações do Jornal Correio Popular, os bilhetes Escolar e Universitário passarão a ter os descontos de 40% e 50% respectivamente não mais sobre a tarifa cheia, mas sim sobre o preço do Bilhete Único. Dessa forma, o passe escolar custará R$ 1,68 e o universitário, R$ 2,10.

O vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) no Estado, Cris Grazina, disse em entrevista ao Jornal que o aumento feito na virada do ano, impossibilita um debate franco com a sociedade. “O reajuste foi vultuoso, bem acima da inflação, fixado sem qualquer diálogo com os setores interessados, entre eles os estudantes”. Atos e iniciativas de protesto estão sendo planejados em toda a rede do movimento estudantil, grêmios, centros acadêmicos e entidades do movimento social da cidade.

Na terça-feira (03) dia em que começou a vigorar o novo valor passagem de ônibus, R$ 4,20, foi dia de ato em Santo André, região do ABC de São Paulo. A iniciativa foi do Comitê Regional Unificado Contra os Aumentos de Passagens no ABC.

Nesta quinta ( 5) foi a vez dos manifestantes de Osasco, se rebelarem contra o aumento de R$ 3,80 para R$ 4,20.

Na próxima semana o Movimento Passe Livre (MPL) está organizando um protesto na Av. Paulista, na capital paulista contra o reajuste acima da inflação na integração de nos bilhetes temporais. A integração entre metrô e CPTM será reajustada de R$5,92 para R$6,80 a partir deste domingo (8). O bilhete único mensal passará de R$140 para R$190. De acordo com a Folha de São Paulo a medida vai afetar um em cada quatro passageiros do sistema de ônibus e um terço dos usuários do sistema metroferroviário.

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