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Patrick Campos- candidato a vereador pelo PT em Petrolina (PE)

13/09/2016 às 17:02, por Cristiane Tada.

 

Patrick Campos tem 25 anos e é graduando em Direito. Iniciou sua militância no movimento estudantil secundaristas de Petrolina, onde foi dos Grêmios da Escola de Aplicação e do SENAI e também diretor da União dos Estudantes Secundaristas de Petrolina (UESP). Na universidade foi presidente do Diretório Acadêmico de Direito da Faculdade Dois de Julho e Diretor de Movimentos Sociais da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP). Em 2013 foi eleito diretor de Assistência Estudantil da União Nacional dos Estudantes (UNE), oportunidade em que pode contribuir nas lutas pela melhoria e ampliação das políticas de permanência. Militante da Juventude do Partido dos Trabalhadores desde 2008 têm uma trajetória de lutas em defesa da Educação Pública, do Passe-Livre e dos Direitos Humanos. Foi Secretário de Formação Política da Juventude do PT de Pernambuco, Coordenador de Movimentos Sociais da Secretaria Nacional de Juventude do PT e candidato a Secretário Nacional da JPT em 2015. Organizado na tendência petista Articulação de Esquerda, acredita que a candidatura apresentada em Petrolina pode contribuir na organização da juventude trabalhadora, na defesa dos direitos e da democracia e no fortalecimento de um projeto de sociedade mais humano, solidário e participativo.

Por que você é candidato?

A ideia da candidatura surgiu coletivamente. Alguns ex-militantes do movimento estudantil, que foram da União dos Estudantes Secundaristas de Petrolina e da Universidade de Pernambuco, tiveram uma trajetória de luta na cidade em defesa da educação pública, do Passe-Livre e dos direitos da juventude. No momento em que o país vive uma profunda crise e que a direita mais reacionária caminha para consagrar um golpe de Estado, avaliamos que é preciso ocupar o espaço institucional. Esta pode ser mais uma forma de fazer o enfrentamento aos golpistas e tentar impedir ou ao menos reduzir a investida contra os direitos dos trabalhadores aqui em Petrolina.

Qual sua proposta para juventude?

Avaliamos que a cidade precisa ter uma política própria de incentivo e geração de emprego e renda para a juventude. São os jovens os principais alvos da retirada de direitos, do desemprego e do aumento da exploração.
A juventude não pode pagar o preço pela crise, por isso o município deve ter políticas que também protejam o jovem trabalhador e auxilie na recondução ao mercado de trabalho. Mas para isso, a cidade como um todo precisa assegurar as condições de vida, formação profissional, acesso a cultura, esporte e lazer, segurança e saúde para a juventude.

Qual a sua proposta para Educação?

A competência do município hoje abarca principalmente o ensino infantil e a educação de Jovens e Adultos. Estas precisam de uma urgente reforma curricular, de melhoria dos salários dos professores e demais profissionais da educação, de uma profunda reforma que permita a construção de novas escolas, de maneira que se reduza a superlotação e permita que os estudantes fiquem mais próximos de suas casas e que tenham sua alimentação assegurada por um programa efetivo de aquisição de alimentos preferencialmente produzidos de forma orgânica e pelos pequenos agricultores da região.
Mas em Petrolina também temos uma Autarquia Municipal de Ensino Superior. Uma instituição municipal que infelizmente trabalha com valores acima de qualquer média de mercado da rede privada. É preciso analisar as planilhas da FACAPE e pensar um plano municipal de apoio à instituição para que ela cumpra sua função social de ofertar ensino de qualidade e acessível à população.

A favor ou contra o Escola sem Partido?

Somos absolutamente contrários à proposta da “Escola sem Partido”. Acreditamos na escola pública, democrática e popular. A “Escola sem Partido” tem como objetivo fazer justamente aquilo que propõe eliminar, uma doutrinação. Visa impedir a liberdade e o direito a livre manifestação. Trata-se de um projeto fundamentalista e medieval que precisa ser derrotado.

Tem alguma proposta para mobilidade? Qual?

Uma de nossas principais bandeiras é a do Direito à Cidade. Temos convicção que a juventude precisa ter o direito de se locomover, conhecer e experimentar as diversas possibilidades que a cidade oferece. Para tanto, defendemos uma política de mobilidade urbana que instale terminais integrados de transporte coletivo; que estes tenham condições de transportar veículos não motorizados; que a cidade desenvolva uma política de incentivo ao uso de veículos não motorizados, associada a uma política urbana e ambiental de arborização e construção de corredores para pedestres e ciclistas que permita termos uma cidade mais ciclável e caminhável. Defendemos ainda, quanto ao sistema de transporte coletivo, uma ampla auditoria das planilhas de gastos das empresas e o reajuste com diminuição da tarifa, associada a estudos de aumentos dos subsídios que visem a tarifa-zero.

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