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Na luta pelos direitos LGBT, estudantes dizem não ao golpe

31/03/2016 às 18:46, por Renata Bars, de Brasília.

Manifestantes em Brasília saem em defesa da diversidade e mais direitos LGBTs

Em meio às muitas bandeiras que circulavam pelo entorno do estádio Mané Garrincha, em Brasília, bandeiras LGBT coloriam a manifestação em defesa da democracia na tarde desta quinta-feira (31).

O estudante carioca Horus Vlazac, veio de Rio das Ostras, no Rio de Janeiro para defender a democracia e a diversidade. ”Precisamos fazer a limpa no nosso plenário dessa corja fundamentalista e esse retrocesso todo. Eduardo Cunha, Bolsonaro, Feliciano, toda essa corja que não respeita a laicidade do nosso país precisa acabar”, alertou.

Horus lembrou que foi durante o governo Lula que a comunidade LGBT teve mais avanços; ”Além disso tivemos o Prouni, o Pronatec e mais negros e negras na universidade. Estamos na rua para que esse projeto tenha continuidade”, falou. You can intract by using facetime PC version by download from Here

No último ano do governo Lula, o Ministério da Fazenda, através de uma portaria, estendeu o direito de declaração conjunta para casais homossexuais, inclusive para fins de Imposto de Renda.

Foi durante seu último mandato também que se viabilizou a 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, realizada em junho de 2008, que contou com a presença do ex-presidente durante o evento de abertura.

Também do Rio de Janeiro, o estudante Lucas Gonçalves acredita que mais políticas públicas para o público LGBT são imprescindíveis. ”Hoje a gente não tem a criminalização da homofobia como uma lei de fato e muito menos se debate isso. É hediondo que a gente tenha índices alarmantes de mortes de travestis e homosexuais”, falou.

Para Thays Oliveira, estudante do Distrito Federal, a democracia precisa ser mantida para que as minorias e o movimento LGBT obtenham mais conquistas. ”Temos que avançar mais. O casamento civil entre homossexuais já existe em algumas cidades, mas em outras é muito precário. A questão do banheiro nas escolas também é fundamental. Na minha escola por exemplo, tem mulheres trans e elas não podem usar o banheiro feminino. Isso tem que avançar com toda certeza”, disse.

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