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Movimentos Sociais organizam início do “Fora Temer” nas ruas

03/01/2017 às 14:44, por Do Brasil 247 .

Diretas Já e a defesa dos direitos dos trabalhadores serão as pautas de luta do começo de 2017

Movimentos sociais e sindicatos de diversas categorias já começam a se articular para fazer manifestações nas ruas neste início de ano. O tema central será unificado: ‘Fora Temer’. Outros itens da pauta são reforma da Previdência, pacote anticorrupção, PEC do Teto, desemprego e ‘Diretas-Já’; “A pauta que vai puxar os protestos contra o governo é o combate à reforma da Previdência. Vamos partir dessa proposta absurda de reforma e, no fim, chegaremos ao grito de ‘Diretas-Já'”, afirma o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas.

Movimentos sociais e sindicatos de diversas categorias já começam a se articular para fazer manifestações nas ruas neste início de ano. O tema central será unificado: ‘Fora Temer’. Outros itens da pauta são reforma da Previdência, pacote anticorrupção, PEC do Teto, desemprego e ‘Diretas-Já’.

“A pauta que vai puxar os protestos contra o governo é o combate à reforma da Previdência. Vamos partir dessa proposta absurda de reforma e, no fim, chegaremos ao grito de ‘Diretas-Já'”, afirma o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas em publicação do jornal O Estado de São Paulo.

Além da CUT, entidades ligadas aos movimentos estudantis também pretendem se mobilizar. “Os movimentos de direita estarão constrangidos em defender um governo indefensável. Nós vamos para as ruas contra a reforma da Previdência e, principalmente, contra a PEC dos gastos públicos, que acaba com os investimentos em educação e condena o futuro do País”, diz Carina Vitral, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Mesmo a Força Sindical, que tem ficado ao lado do governo de Michel Temer, se diz disposta a ir para as ruas discutir a reforma previdenciária. “Se o governo insistir nesse modelo previdenciário, vai ser impossível não protestar. Os trabalhadores não podem deixar isso passar da forma que está colocado”, afirmou o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

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