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Mitã Chalfun – candidato a vereador pelo PT Rio de Janeiro (RJ)

13/09/2016 às 17:16, por Renata Bars.

Nasci e moro, há 26 anos, em Oswaldo Cruz, bairro do subúrbio carioca. Venho de uma família de militantes políticos, que por anos atuou na associação de moradores e fundou o Centro de Capacitação Profissional Paulo da Portela e o Pré-Vestibular Prof. Wellington Ricardo, que até hoje oferecem capacitação profissional e uma chance de acesso ao ensino superior para a juventude suburbana. Entrei na universidade e no movimento estudantil em 2008, forjando minha militância na luta pela democratização do acesso à universidade. Quando fui Vice-Presidente da UNE, defendemos e cobramos políticas dos governos Lula e Dilma como o Reuni, o Prouni e as cotas. Além de poder contribuir com campanhas vitoriosas como a que conquistou 50% do fundo social do pré-sal para a educação e a que aprovou o Estatuto da Juventude. Sou candidato a vereador porque acredito que é preciso reencantar a política no Rio de Janeiro, hoje a serviço dos interesses dos donos do dinheiro. Meu mandato será pautado pela participação popular e pela defesa dos sonhos e desejos da juventude suburbana!

1) Por que você escolheu ser candidato?

Vivemos um momento histórico muito delicado no país. O golpe neoliberal em curso exige da esquerda brasileira a capacidade de reencantar a juventude e apontar novos rumos para construir uma hegemonia radicalmente democrática. Temos certeza que essa tarefa tem que ser cumprida junto à juventude suburbana, que a partir dos governos de Lula e Dilma ampliou seu horizonte e exige mais direitos e participação. É para isso que que me lancei candidato.

2) Qual sua proposta para juventude?

Defendemos um passe livre nos transportes municipais para toda a juventude, para estudantes, cotistas, prounistas, beneficiários do bolsa família e desempregados. Entretanto, o custo desse proposta não pode ser coberto pelo poder público. As empresas de ônibus, que no Rio de Janeiro formam uma verdadeira máfia, têm que reduzir sua parcela de lucro e arcar com o passe livre.

3) Qual a sua proposta para Educação?

A educação tem que formar a juventude para o mercado de trabalho. Mas também precisa estar conectada com o pensamento crítico, com novas tecnologias e ser mais agradável para o estudante. A carreira docente também precisa ser valorizada e respeitada, o que não vem acontecendo nas últimas gestões municipais.

4) A favor ou contra o Escola sem Partido?

Totalmente contra, pois “escola sem partido” é na verdade escola de um partido só. Se a escola for proibida de falar de política em sala de aula, se o pensamento crítico for condenado, então o que vai prevalecer será a visão dos poderosos, dos ricos e dos opressores. Queremos uma escola que não se furte em debater a violência contra a mulher e contra o povo LGBT, que fale abertamente sobre o genocídio da juventude negra e que abra a cabeça dos jovens sobre a desigualdade de renda e riqueza.

 

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