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Melka – candidata a vereadora pelo PCdoB Recife (PE)

14/09/2016 às 14:49, por Renata Bars.

Sou Melka, tenho 24 anos e sou enfermeira. Me formei na Universidade de Pernambuco, na qual participei dessa luta coletiva que é o movimento estudantil. Fui do Diretório Acadêmico Identidade, depois fui presidenta do DCE-UPE e presidenta da UEP – União dos Estudantes de Pernambuco. Hoje, sou vice-presidenta da UJS na cidade do Recife e aceitei esse imenso desafio de representar um projeto coletivo nas eleições de 2016. A falta de representatividade na política não pode desanimar os que lutam por uma cidade mais humana. Por isso a gente tá fazendo uma campanha com pouquíssimo recurso, com campanhas de doações, e com muita disposição e alegria. Meu número é 65111!

Por que você escolheu ser candidata?

Não escolhi. Represento um projeto coletivo e fui convidada a ser candidata. Aceitei com muita disposição e na certeza do grande desafio, por conta da necessidade de lutarmos pela transformação da política brasileira.

Qual sua proposta para juventude?

Nossa proposta defende a implementação do Plano Municipal de Juventude que se encontra na Câmara, pois será um instrumento para a criação de mais espaços de lazer, cultura e esporte na periferia. Defendemos também uma política real de primeiro emprego e maior participação dos jovens nas decisões sobre a cidade.

Qual a sua proposta para Educação?

Defendemos a interação da EJA com o ensino técnico e profissionalizante para maior geração de oportunidades, a ampliação do ProUni Municipal que já tem mais de 700 bolsas na cidade voltadas para estudantes oriundos de escola pública, passe-livre para cotistas e prounistas e a universalização das creches como instrumento de emancipação das mulheres.

A favor ou contra o Escola sem Partido?

Completamente contra a Lei da mordaça. Toda educação tem ideologia, já dizia Paulo Freire, e esse projeto nada mais é que a tentativa de privar a escola do debate político necessário para a formação cidadã. Além disso, os jovens não podem ser encarados como algo manipulável pela escola ou pela família. Temos opinião própria, e muita condição de debater política e participar das decisões da nossa cidade e do país.

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