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João Biancolin – candidato a vereador pelo Psol em São Carlos (SP)

13/09/2016 às 17:18, por Cristiane Tada.

Tenho 30 anos e comecei a militar politicamente em 2011 pelo movimento transporte justo em São Carlos. De lá pra cá foram diversas lutas, debates e manifestações acerca deste tema. Depois integrei também o Conselho Municipal de Cultura e o Conselho Municipal de Diversidade, participando ativamente da construção de conferências e planos municipais de políticas nessas áreas. Ingressando no curso superior de tecnologia em processos Gerenciais no instituto Federal de educação, ciência e tecnologia de São Paulo, fui representante de turma e do Colegiado do curso e fundei o centro acadêmico, do qual fui presidente na primeira gestão. No primeiro semestre deste ano, apoiamos a greve das universidades federais, contra os cortes de orçamento e fechamento de cursos.

Por que você é candidato?

Construo o PSOL aqui em São Carlos e a minha candidatura surgiu de forma natural pela militância e representatividade dentro do partido e nos movimentos que participo, transporte, LGBT, entre outros. Vem da ideia de nós por nós, ocupar a política para sermos representados.

Qual sua proposta para juventude?

A juventude precisa se sentir parte da cidade e para tanto ela precisa ocupa-la, nas ruas, praças e todos os espaços públicos. Devem haver atividades de integração nas diversas formas de lazer e cultura, com difusão inclusive dos segmentos marginalizados, como o hip hop.

Qual a sua proposta para Educação?

A educação deve ser emancipatória, e para tanto deve haver investimento sério nos recursos físicos e humanos da escola. A escola deve ser espaço de ocupação e de debates sobre todos os temas, inclusive diálogo sobre gênero e sexualidade como forma de “prevenção” ao machismo e LGBTfobia.

A favor ou contra o Escola sem Partido?

Contra, não existe escola ou ensino sem partido, qualquer transferência de conhecimento aponta para um lado, um viés, resta saber se este é inclusivo ou excludente. O aluno deve ter liberdade para conhecer as diferenças e saber lidar com as mesmas.

Tem alguma proposta para mobilidade? Qual?

Só se tem acesso pleno a todos os direitos previstos como direito de ir e vir satisfeito e isso só é possível com transporte público gratuito e de qualidade para todos.

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