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Jesus Leitão – candidato a vereador pelo PCdoB Paulista (PE)

13/09/2016 às 17:13, por Renata Bars.

Compromisso com a verdade sempre foi uma característica forte do candidato Jesus. Seu próprio apelido garante essa afirmativa: quando criança, prometeu passar sete anos sem cortar o cabelo caso sua irmã ficasse curada de uma doença. Ela ficou boa. Alcides Leitão cumpriu a promessa, deixando o cabelo galego crescer até a cintura e ganhando o apelido de Jesus.

Líder de movimentos sociais, Jesus escreveu sua história através de muita mobilização. Foi dirigente da União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas (UMES), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e da União Nacional dos Estudantes (UNE), onde cumpriu a tarefa de Diretor de Relações Internacionais, além da União da Juventude Socialista (UJS), onde lutou por uma maior participação dos jovens na política, em defesa da Educação e da soberania nacional.

É por isso que, dentre os seus projetos, os debates a respeito da juventude e educação estão sempre presentes. As metas traçadas pelo Movimento Tem Que Ter tiveram como base os interesses e as carências da juventude e também dos estudantes, dois segmentos valorizados pelas lideranças de Jesus.

Jesus teve grandes desafios enquanto gestor público. Em Paulista, foi Secretário de Planejamento e Meio Ambiente, Secretário Executivo de Esportes e Juventude e Secretário de Habitação. Entre seus feitos, pode-se destacar o retorno do Jogos Escolares Municipais e a articulação de 400 novas casas do programa Minha casa, Minha Vida, além de 120 unidades habitacionais em parceria com os governos estadual e federal.

A história dele não para por aqui. Ele está disposto a construir uma carreira política com inovação e respeito. Na área acadêmica, Jesus é advogado e atualmente é mestrando em Gerenciamento de Projetos pela FGV, atuando atualmente no movimento estudantil dos pós graduandos na base da ANPG.

1 – Por que você é candidato?

Sou candidato a vereador porque acredito na transformação da cidade. Acredito que as nossas lideranças estão bem preparadas para concretizar os objetivos do Movimento Tem Que Ter. Nós já passamos por várias etapas: identificamos as problemáticas, fizemos o planejamento e traçamos as metas. Agora, o próximo passo é garantir que o povo tenha voz na câmara municipal, que por sinal precisa, mais do que nunca, de uma renovação. Meu povo está disposto a lutar pelos seus direitos e isso me mantém motivado no meu dia a dia.

2 – Qual a sua proposta para a juventude?

Minha proposta é que a juventude tenha um papel protagonista na sociedade. Infelizmente ainda vivemos uma época na qual o jovem não é visto. Ainda estamos vendo pessoas manipuladas pela mídia e criticando manifestações, então elas acabam esquecendo de ouvir o que a juventude está querendo dizer. A juventude nunca pode deixar de ser ouvida. Eu tenho muito orgulho de ter feito parte da UNE e da UJS e quero levar nossas ideias para o gabinete. O que posso dizer é que comigo a juventude estará bem representada. Ela terá voz!

3 – Qual a sua proposta para a educação?

Temos compromisso com todas as bandeiras que o movimento estudantil propõe. Queremos que seja realizado o Plano Nacional da Educação, que a Lei de Diretrizes e Base da Educação seja desenvolvida. Valorizamos o acesso do povo à universidade, por meio de programas como o Prouni. Esse é um compromisso federal, mas que se aplica nas cidades. Como estamos falando do legislativo municipal, acredito que nosso primeiro passo seria criar uma dinâmica de valorização contínua dos profissionais de educação. Além, é claro, de garantir fardamento e merenda escolar decentes.

4 – A favor ou contra o Escola Sem Partido?

É claro que sou contra o Escola Sem Partido. Não consigo enxergar avanço em uma lei que se sustenta em características sombrias como censura e autoritarismo. Tudo bem que o professor está na sala de aula para ensinar, mas não temos o direito de proibi-lo de expressar sua opinião sobre política. Isso fere a liberdade de expressão, um direito que foi conquistado através de muito suor e sofrimento. O Brasil já superou esse tipo de coisa e, com esse projeto de lei absurdo, acredito que estaríamos retrocedendo.

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