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“Independência, mais do que nunca, é resistência”, diz presidenta da UNE

07/09/2017 às 14:50, por Da Redação.


Marianna Dias comenta a importância das manifestações populares durante o 7 de setembro

O 7 de setembro é marcado por manifestações em todo o país, sendo a mais tradicional delas o “Grito dos Excluídos”, que neste ano traz o tema ”Direito e democracia, a luta é todo dia”. Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Fortaleza tiveram atividades organizadas por igrejas, sindicatos e movimentos populares contra os retrocessos e desmandos do governo ilegítimo de Michel Temer.

Convidada do Encontro de Mulheres Estudantes (EME) da UBES, que é realizado durante todo o dia em São Paulo, a presidenta da UNE Marianna Dias acredita que neste ano a data precisa ser um chamado para o acirramento das lutas. Para ela, a real independência do Brasil, nesta conjuntura, nunca dependeu tanto das lutas sociais e em especial da juventude.

“Após um ano de ruptura democrática, o que vemos é a negação completa dos que estão no poder com a afirmação do Brasil, da soberania nacional, das nossas riquezas, da nossa identidade. Estão entregando o nosso patrimônio com essa proposta absurda das privatizações, estão retirando os direitos dos mais pobres, estão nos tornando cada vez mais dependentes dos interesses econômicos. Independência no Brasil de hoje mais do que nunca é resistência”, disse.

Independência e educação

Uma grande preocupação do movimento estudantil neste 7 de setembro é o desmonte da universidade brasileira, refletido em graves crises como a que assola a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com o risco iminente da privatização.

Segundo a diretora de relações institucionais da UNE Bruna Brelaz, as universidades estaduais são fundamentais para o desenvolvimento regional, e, por isso, devem ser tratadas como patrimônio do povo brasileiro.

”A grande luta do movimento estudantil é para que as Estaduais tenham alternativas de financiamento público com autonomia financeira que garanta a gestão dessas autarquias diretamente pela comunidade acadêmica, através do reitor e dos conselhos superiores”, falou.

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