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Flavia Stefanny é eleita a nova presidenta da UEE-SP

17/07/2015 às 17:25, por Sara Puerta.

Quase 5 mil estudantes participaram do Congresso

O segundo dia do 12º Congresso da UEE-SP contou com a plenária final, realizada na Arena Cafézinho, em Campinas. Ao todo, durante os dois dias do evento, passaram cerca de 2 mil estudantes pelas atividades.

Foram escritos 462 delegados para votar, o que representa quase 5 mil estudantes de todo o estado representados na eleição para a nova diretoria.

Foram totalizados 447 votos, distribuídos: Chapa 2 (Campo Popular) recebeu 4 votos; Chapa 3 ( Ação Popular) 19 votos ; Chapa 4 ( Mutirão) 30 votos; Chapa 5 ( Oposição de Esquerda) 93 votos e Chapa 6 (Unidade para Transformar São Paulo) 299 votos.

A Chapa 1 retirou sua inscrição na eleição e houve 2 voto nulos.

Dessa forma, com 66% dos votos, Flavia Stefanny, estudante de Farmácia da PUC Camp foi eleita para dirigir a entidade, e é a primeira negra a presidir a UEE-SP. Também pela primeira vez na história, a presidência é transferida de uma mulher para outra. O cargo foi ocupado por Carina Vitral durante os dois últimos anos, que assumiu no último mês a presidência da UNE.

“Agora, tenho pela frente um grande trabalho de construir a UEE que a gente sonhou, a que vai transformar em São Paulo, mudar os rumos da educação e olhar adiante para um estado mais justo”, disse a recém-empossada.

Ato unificado

O dia começou com o “Ato unificado dos movimentos sociais contra o neoliberalismo Paulista”, e contou com a presença de diversos representantes, e foi lida uma carta lembrando do poder combativo de São Paulo, e é esse que deve prevalecer para conter o chamado “desgoverno tucano”, que precariza direitos fundamentais como a educação e a saúde, e ainda não oferece qualquer transparência na crise de abastecimento de água e diálogo com movimentos.

Ovacionado pelos presentes, o secretário de comunicações da APEOSP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), falou sobre a greve mais longa da categoria realizada esse ano no estado. “ Engana-se quem acredita que saímos derrotados. Estamos intensificando um movimento grande contra o governo estadual e seu modo antidemocrático de gestão. Hoje, nesse ato, fica claro a unidade que vem por aí, sendo construída, para barrar seu modelo não aprimorou o estado em nenhum setor” ”

Também foram convocados os estudantes para a Marcha contra a Redução da Maioridade Penal, que será realizada no dia 30 de junho, em Brasília.

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