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Em SP, estudantes organizam ”Bloco pela Educação” no ato pela democracia

19/10/2018 às 15:54, por Renata Bars.


Manifestação acontece no próximo sábado (20), no Vão Livre do Masp

Movimentos sociais e coletivos de mulheres de todo o país prometem realizar novos grandes atos contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) no próximo sábado (20). Intitulado ”Por um Brasil com democracia e direitos, pela vida das mulheres e todas as famílias”, a ideia é repetir as manifestações do último dia 29 de setembro, que levaram milhões às ruas, em sua maioria mulheres, em mais de 200 cidades do país. No mesmo clima, os estudantes organizam em São Paulo, o ”Bloco pela Educação”, a partir das 15h no vão do livre do Masp para se somar à luta pela democracia e reforçar a resistência contra o preconceito e autoritarismo.

”Nós enquanto estudantes podemos afirmar sem medo que estamos em luta pela educação. Tanto pelos estudantes, quanto pelos professores e por toda a sociedade brasileira. Enfrentamos um cenário de total desordem e de muito ódio nas pessoas, temos um candidato que a todo momento propaga discursos de intolerância, e não podemos deixar que o fascismo vença essa eleição: a educação de qualidade para todos e todas deve vencer e preservar a democracia”, falou a presidenta da UNE Marianna Dias.

Tal qual as primeiras manifestações, diversos estados também estarão mobilizados. Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Sul são alguns que tem atos marcados.

Confira a lista completa:

No dia 29 de setembro, as manifestações contra a candidatura de Bolsonaro tiveram grande adesão. O movimento suprapartidário foi convocado sobretudo por meio das redes sociais, com a hashtag #EleNÃO, e teve o apoio de artistas e personalidades do mundo inteiro.

Movimentos como o MST, MTST, Frente Povo Sem Medo, Frente Brasil Popular e movimentos sindicais também estarão presentes no novo ato. Em assembleia realizada nesta semana,  uma nota conjunta afirmou que “nunca na história do Brasil tivemos tanta necessidade de resguardar a Constituição”. A candidatura de Jair Bolsonaro apoia a ditadura militar, defende explicitamente a violação dos direitos humanos, questiona os direitos das minorias, e a ocorrência comprovada de torturas. Além disso, ameaça constantemente com a quebra da normalidade democrática”, diz o documento, que afirma ainda que a candidatura de Fernando Haddad tem o objetivo de resguardar a democracia e os direitos políticos e sociais.

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