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Coletivo busca apoio para concluir websérie sobre a maioridade penal

17/08/2015 às 15:11, por Redação.

Projeto já está em andamento e conta com o apoio da ONG Repórter Brasil

Desde que o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) da Redução da Maioridade Penal voltou à pauta na Câmara dos Deputados, no início de 2015, o Coletivo Rebento está produzindo uma websérie chamada “O Filho dos Outros”. O grupo busca trazer mais informações sobre o tema à população através da narrativa audiovisual.

Para concluir o trabalho, eles decidiram buscar recursos por meio de um financiamento coletivo. A meta é conseguir R$ 50 mil até o dia 2/9 por meio do site de financiamento coletivo Cartase: www.catarse.me/ofilhodosoutros.

A intenção é conseguir apoio de pessoas, coletivos, entidades, ONGs e fundações interessadas em aprofundar a discussão sobre a questão. O dinheiro será utilizado para despesas de produção, como viagens para realizar entrevistas, edição e finalização dos vídeos.

A websérie será estruturada em oito episódios, que investigarão temas como as condições do sistema socioeducativo atual, a situação de jovens internos da Fundação Casa, as possíveis consequências da redução da maioridade penal, a relação da mídia com essa pauta, os aspectos jurídicos e psicológicos que envolvem a discussão, entre outros.

O site que abrigará os vídeos está em construção e a série também será hospedada pela ONG Repórter Brasil, que apoia esta produção desde o início. Além dos vídeos, o site também terá textos e entrevistas.

Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho feito até agora pode acessar a página do Facebook. Alguns trechos das entrevistas realizadas até agora estão disponíveis no canal do projeto no YouTube.

Votação na Câmara

Depois de ter sido rejeitada pelo plenário da Câmara e, no dia seguinte, aprovada em primeiro turno graças a uma manobra do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a PEC 171/93 pode ser levada novamente para apreciação dos deputados nesta semana.

Para ser aprovada, a proposta deve ser votada em dois turno na Câmara antes de ser levada para o Senado, onde também será votada pelos senadores duas vezes. Por se tratar de uma alteração a Constituição, não cabe veto à presidência da República.

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