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Cibele Ferreira – candidata a vereadora pelo PSOL São Carlos (SP)

13/09/2016 às 17:11, por Renata Bars.

 

Cibele Ferreira, 27 anos, estudante de engenharia ambiental na USP São Carlos, funcionária pública municipal, fui secretária geral do CAASO (Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira) na gestão 2012-2013 e diretora do DCE-Livre da USP “Alexandre Vanucchi Leme” entre 2012 e 2014.

Entrei no movimento estudantil por meio do centro acadêmico do curso, a Secretaria Acadêmica Pró-Ambiental (SAPA), com discussões focadas na questão ambiental, além dos temas estudantis na universidade como investimento público na educação, acesso e permanência estudantil e democracia.

Durante essas experiências no movimento estudantil comecei a tomar contato com o debate de opressões, em especial o machismo. Assim, a construção do movimento feminista, dentro e fora do movimento estudantil se tornou uma prioridade de militância.

Logo compreendi que as lutas travadas até então estavam todas conectadas e eram, de alguma forma, expressão do sistema capitalista e que para superá-lo seria preciso uma construção coletiva.Por isso, resolvi me organizar no coletivo de juventude Juntos! e, posteriormente, no Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente componho o diretório municipal do partido.

Participei ativamente das manifestações de Junho de 2013, ao lado do Movimento Transporte Justo, quando a prefeitura se viu obrigada a reduzir a tarifa. Sigo como apoiadora e entusiasta da proposta do movimento para reformulação do transporte, que possibilitará a redução da passagem rumo à Tarifa Zero.


1) Por que você escolheu ser candidata?


A candidatura não existe por uma escolha minha individualmente, e sim de uma decisão coletiva de disputar os rumos da política institucional sem medo. Com o espírito jovem que está nas redes e nas ruas mostrando sua indignação e fazendo a mudança necessária pra uma sociedade justa. Queremos que a política seja resgatada pela juventude, pelas mulheres, pelo povo pra que ela esteja a serviço desse projeto.

2) Qual sua proposta para juventude?


A juventude quer viver! Nossas propostas giram em torno não apenas de garantir os direitos básicos da juventude, mas de que eles sejam ampliados e acessados de forma irrestrita. Percebemos que a segregação espacial que existe na cidade é uma forma de afastar a juventude, em especial da periferia, dos poucos espaços de cultura e lazer que o município oferece. E nisso, a tarifa cara do transporte (que deveria ser público) tem um papel fundamental. Defendemos Tarifa Zero no transporte público do município.

3) Qual a sua proposta para Educação?


Nossa candidatura se compromete a cobrar do poder executivo o investimento de 30% do orçamento do município. A estrutura e a qualidade de ensino depende diretamente dos recursos existentes e, infelizmente, em nosso município sabe-se que a prefeitura não repassa para a Educação sequer o mínimo exigido por lei. A partir disso, poderemos falar em real valorização do professorado, garantia vagas em creches, atender adequadamente a demanda por escolas e incentivar o desenvolvimento das múltiplas inteligências para combater a evasão escolar.


4) A favor ou contra o Escola sem Partido?


Defendemos uma ação no legislativo municipal contra o projeto “Escola sem Partido”, a favor do pensamento crítico e de uma educação emancipadora que forme cidadãos aptos a viver na diversidade. Mais do que nos posicionar contra essa tentativa de censurar o livre pensamento, nos comprometemos a retomar dentro da Câmara a discussão sobre Debate de Gênero e Diversidade nas escolas, para uma educação que combata todas as formas de opressão e discriminação.
 
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