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Acampamento do MTST tem apoio de movimentos sociais, artistas e jornalistas

24/02/2017 às 11:03, por Cristiane Tada/ foto: Mídia Ninja.

Presidenta da UNE falou a respeito da luta por educação nesta quinta-feira (23)

Já são 8 dias de acampamento na avenida cartão postal de São Paulo. O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) levantou suas barracas em frente ao escritório da presidência da República na Paulista para reivindicar a volta da faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida.

Esta faixa é a correspondente as famílias mais vulneráveis com renda mensal de até R$ 1.800.

Nestes 8 dias várias artistas e formadores de opinião vieram dar o seu apoio e participar das atividades seja na programação cultural ou nas aulas-públicas. Gente como Emicida, Criolo, os jornalistas José Trajano e Leonardo Sakamoto, a escritora Clara Averbuck, a rapper Barbara Sweet, os parlamentares Ivan Valente, Jandira Feghali, Ricardo Teixeira, Lindbergh Farias, Gleisi Hoffman, Carlos Zaratini, e Arlindo Chinaglia, entre vários outros.

Nesta quinta-feira (23) foi a vez da presidenta da UNE, Carina Vitral, falar sobre a situação da educação no nosso país.
Carina falou da luta do movimento estudantil pelos programas como ProUni, Fies e Reuni.

“Mas vimos que só os programas não eram suficientes para mudar a educação e passamos a luta pelo Plano Nacional de Educação, para planejar o setor com metas ousadas pelos próximos 10 anos. O golpe de Estado que vivemos no Brasil foi na educação e matou o PNE”, afirmou.

E o que resta ao movimento estudantil?, questionou Carina. “Muita luta e combatividade. Em primeiro lugar assegurar as nossas conquistas e conseguir avançar nos nossos direitos. Foi assim que o movimento estudantil secundarista resistiu a reforma do ensino médio e os universitários a PEC55”.

A presidenta da UNE afirmou ainda que o movimento estudantil no último período se inspirou no movimento de moradia para renovar a sua luta. “Porque as nossas greves e as nossas passeatas não eram suficientes para avançar mais e nos inspiramos na radicalidade do MTST para lutar pela educação em ocupações em todo o Brasil”.

E finalizou citando Che Guevara: “o MTST e o movimento estudantil estão na rua para conquistar um novo Brasil. Se o presente é de luta o futuro nos pertence”.

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