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6º EME se encerra em Curitiba, mas a luta feminista continua

04/05/2015 às 13:57, por Renata Bars.

O 6º Encontro de Mulheres Estudantes da UNE (Eme) foi encerrado na tarde do último domingo, mas deixou uma certeza: a luta feminista segue forte! De 1 a 3 de maio mais de mil mulheres estiveram reunidas na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, para discutir temas como o combate ao machismo, racismo e lbtfobia, democratização da mídia, reforma política, e muito mais.

”Este foi um encontro muito vitorioso, com um debate extremamente rico. Precisamos sair daqui e continuar com a luta feminista que é fundamental para o processo de transformação da sociedade. Durante este 6º Eme conseguimos juntas pensar numa perspectiva anticapitalista, antirracista e antilgbtfóbica. Vamos levar isso para o nosso cotidiano e tomar todos os espaços. Unidas somos mais fortes”, falou a diretora de mulheres da UNE, Lays Gonçalves.

Nesta última etapa as mulheres construíram diversas rodas de conversas para trocar experiências sobre os momentos vividos durante o evento e também assistiram atentas às apresentações das resoluções elaboradas com base nos debates que ali ocorreram.

Para a baiana Anísia Souza, estudante da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a sexta edição do EME foi acolhedora. ”A quantidade de mulheres presentes transformou essa edição em um evento cheio de amor e solidariedade. Os grupos de discussão como um todo foram muito enriquecedores pois englobaram diversos assuntos pertinentes às nossas vidas. Foi um espaço libertador, estou voltando para a Bahia com muito mais vontade de estar organizada e organizar mais mulheres”, enfatizou a participante.

Emocionada, a presidenta da UNE, Virgínia Barros, salientou a importância do combate ao patriarcado cotidianamente. ”A nossa ação e militância feminista não deve se encerrar no dia de hoje. Que a partir de amanhã a gente possa ter uma agenda de lutas intensa em cada sala de aula, em cada espaço que ocupamos para combater o machismo em todas as esferas. Que ser feminista seja uma opção cotidiana de todas nós”, falou.

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