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64º Coneg vai discutir a luta contra a ofensiva da direita no continente

14/07/2016 às 13:20, por Cristiane Tada.

Heidy Ortega, 5ª mulher à frente da OCLAE é uma das confirmadas para o debate

A estudante cubana Heidy Laura Villuendas Ortega, de 24 anos, estudante do curso de Relações Internacionais, presidenta da Organização Continental Latino Americana e Caribenha de Estudantes (OCLAE) é uma das convidadas confirmadas deste 64º Conselho Nacional de Entidades Gerais (Coneg) da UNE . Ela participa da mesa “Imperialismo e América Latina hoje” na sexta-feira (15) a partir das 15h.
>>>Veja a programação completa aqui.

Heidy é integrante da Federação Estudantil Universitária, entidade máxima universitária de Cuba. A OCLAE representa 36 Federações Estudantis do continente, entre elas a UNE e a UBES, em 23 países do Continente Americano.

Em 2016 a entidade completa 50 anos na defesa da soberania e integração entre os povos e nações amplificando e unindo as lutas estudantis de todos os países em defesa da educação e por democracia. Dentro da programação do 64º Coneg no sábado (16) a partir das 18h um Grupo de Trabalho vai debater os eventos do cinquentenário.

Pela quinta vez em sua história a OCLAE tem uma mulher à sua frente. Em entrevista ao site da UNE assim que assumiu o cargo em setembro de 2015, Heidy falou sobre essa responsabilidade e afirmou: “Creio que ainda falta muito por fazer em nosso continente para conquistar a igualdade plena de gênero”.

Ela falou ainda sobre a ofensiva conservadora no nosso continente e do dever dos estudantes de lutarem sem descanso pelo bem-estar de nossos povos.

“A direita sempre esteve presente e sempre tratará de ganhar terreno a custa dos espaços que deixemos vazios. Nós temos um cenário muito complexo, no qual a direita se reorganiza e toma força em uma contraofensiva perigosa para o futuro próximo de nossos povos. Frente a esta conjuntura, nosso dever é o de nos consolidar como um espaço de articulação onde se fortaleça a unidade e continuar lutando sem descanso pelo bem-estar de nossos povos”, destacou.

Para Heidy nestes tempos, se impõe fazer com que o movimento estudantil avance na sua consciência aintiimperialista em contraposição ao sistema que se impôs a humanidade, e avance também na busca de uma educação pública que tenha como norte a transformação da sociedade em que vivemos.

“O tema da educação joga um papel decisivo no desenvolvimento de nossos povos; é por isso que a OCLAE e suas organizações se propõem a ser a voz das reivindicações sociais legítimas dos povos, arrebatadas pela nefasta aplicação do modelo neoliberal que ainda segue causando sequelas graves em muitos países da região, e recuperar a educação pública”.

>>>Leia na íntegra a entrevista.

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