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5º ENUNE é adiado para o mês de agosto

09/06/2016 às 16:20, por Renata Bars.

Nova edição do Encontro de Negros, Negras e Cotistas da UNE acontece agora entre os dias 5 e 7/8 em Salvador

O 5º Encontro de Negros, Negras e Cotistas da UNE (Enune) , que aconteceria no final do mês de julho, foi adiado e será realizado de 5 a 7 de agosto. As inscrições já pagas e confirmadas continuarão valendo para a nova data.

O valor da taxa é de R$44,00 (segundo lote) e dá direito a alimentação e alojamento. Prounistas e cotistas terão isenção e participantes do Fies pagam meia entrada mediante o envio de documentos que comprovem tais condições para o endereço unecombateracismo@gmail.com. O transporte até Salvador fica por conta do estudante. Para se inscrever clique aqui.

Neste ano, o evento acontece sob o tema ”Minha presença te incomoda? Conquistar direitos e afrontar o racismo”, com debates sobre as mais variadas experiências de enfrentamento ao racismo atualmente.

Segundo o diretor de combate ao racismo da UNE, Rodger Richer, são esperadas cerca de 2 mil pessoas nesta edição. ‘’ Vamos convidar grupos culturais negros, movimentos sociais, grafiteiras(os), grupos de hip-hop, artistas, movimentos comunitários, intelectuais, comunidades tradicionais e religiões de matriz africana e a população negra em linhas gerais para debater as diversas faces do racismo no Brasil e caminhos para superá-lo’’, disse.

No Brasil, a situação de exclusão e discriminação sofrida pela população negra é resultado de um passado escravagista e da consequente não incorporação do negro aos espaços de poder da sociedade brasileira. Por isso, a UNE encontra nas políticas de ações afirmativas, dentre elas as cotas raciais, um importante instrumento de reparação das desvantagens historicamente sofridas pelo(a)s negros e negras.

Rodger lembra que, historicamente, as Instituições de Ensino Superior (IES) contaram com pouquíssima participação da população negra.

”Hoje, felizmente, graças às políticas de democratização do ensino superior, há muito mais negros(as) nas IES e, também, no movimento estudantil. Ainda há muito a ser feito, por isso é fundamental a organização dos estudantes negros e negras para potencializar a luta em defesa da ampliação dos direitos e da superação do racismo”, avaliou.

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