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5 motivos para ir ao Encontro LGBT da UNE

17/07/2018 às 17:09, por Renata Bars.


Evento acontece entre os dias 27 e 29 de julho, em Salvador

A capital baiana sediará, de 27 a 29 de julho, o 3º Encontro LGBT da UNE. O evento, que acontece na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), reunirá estudantes de todo Brasil para debater assuntos ligados à educação, ao fim da homofobia e o papel dessa juventude acerca das eleições presidenciais.

O tema escolhido para esta edição é ‘’Nossas Vidas importam: mais democracia e um Brasil livre de LGBTfobia’’ com debates, grupos de vivência e performances artísticas. Participar do evento é uma grande oportunidade para tomar conhecimento das pautas e somar forças à luta LGBT.

Se você ainda não fez a sua inscrição, o site da UNE separou cinco motivos que vão te convencer a não ficar de fora dessa. Confira:

40 anos da luta LGBT no Brasil

Em 2018, completam-se 40 anos do começo da organização do movimento LGBT no Brasil. Em 1978, as lutas começaram sob o título ”Movimento Homossexual Brasileiro”. De lá pra cá, o MHB foi crescendo e sofreu diversas transformações que contribuiram para promover importantes mudanças na sociedade e no Estado brasileiros até se transformar no Movimento LGBT que conhecemos hoje. Celebrar o fortalecimento da luta, a organização das LGBts em busca de seus direitos é parte fundamental do 3º Encontro LGBT da UNE.

13 anos da diretoria LGBT da UNE

No 49º Congresso da UNE, em 2005, a entidade aprovou a criação da Diretoria de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgênero – GLBT. Com a luta feminista pela visibilidade das mulheres a sigla foi alterada para Diretoria de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgênero – LGBT.

Hoje, a UNE segue firme no ideal de promover cada vez mais possibilidades de entrada e permanência de LGBTs nas instituições de ensino, combatendo todo e qualquer tipo de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

Somar forças e dar visibilidade às pautas

A população LGBT no Brasil é estimada em 20 milhões de pessoas, ou seja, 10% de toda a população nacional. Participar do Encontro LGBT da UNE significa dar visibilidade a essa grande parcela de pessoas e promover a troca de experiências acerca das vivências e lutas. É momento de aprender, ensinar e fortalecer!

 

Dizer não à LGBTfobia

O tema do evento relembra: Nossas vidas importam. Num país em que uma pessoa LGBT é morta a cada 19 horas, segundo dados divulgados pelo Grupo Gay da Bahia. A organização e a promoção de debates é uma forma de esclarecimento e resistência.

 

Buscar representatividade política

Atualmente, apenas um representante declaradamente LGBT faz parte do Congresso Nacional: deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). E os problemas de representatividade na política não param por aí. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), o número de candidatos LGBTs eleitos diminuiu: apenas 25 vereadores e um prefeito ganharam eleições, enquanto em 2012 o número foi de 29.

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