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3º ato contra o aumento acontece em São Paulo

14/01/2016 às 21:44, por da UBES l Foto Midia Ninja.

Concentração ocorreu em dois pontos da cidade com forte policiamento, mas sem repressão

Se enganou quem pensou que os estudantes, jovens e trabalhadores paulistanos se intimidariam em voltar às ruas após truculência policial realizada nos dois últimos protestos contra o aumento das passagens de metrô, trem e ônibus em São Paulo.

Nesta quinta-feira (14/01), ocorreu o 3º Grande Ato Contra o Aumento da Tarifa na capital paulista, dessa vez a cidade foi palco de duas manifestações simultâneas, uma na região central, junto ao Theatro Municipal e outr
​a na Zona Oeste, no Largo da Batata, em Pinheiros.

Apesar da tensão policial que cercou os manifestantes desde a concentração com cordões da tropa de choque, força tática e polícia militar, o ato seguiu pacífico, sem qualquer tipo de repressão ou violência.

Em ambas as concentrações, tanto no Theatro Municipal quanto no Largo da Batata, a PM estava revistando os manifestantes aleatoriamente, obrigando-os a abrirem as mochilas, mas até a finalização desta matéria não houve nenhuma informação de pessoas apreendidas.

“A forte presença da PM quis nos intimidar, mas nós temos o direito constitucional de nos manifestar”, ressaltou a presidenta da UNE, Carina Vitral.

Houve um princípio de tumulto próximo a ​Avenida​ Brigadeiro quando se escutou o que parecia ser uma bomba, mas não houve alarde e a manifestação seguiu tranquilamente sentido Av​enida ​Paulista.

De acordo com a Presidenta da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), Ângela Meyer, os jovens e trabalhadores permanecerão nas ruas da capital até que o valor das passagens no transporte público voltem ao valor de R$3,50 e o passe livre irrestrito seja garantido à todas e todos os estudantes brasileiros.

“Contra o aumento da tarifa e pelo passe livre irrestrito. Precisamos acessar a cidade, até mesmo nos finais de semana e sabemos que a tarifa de R$ 3,80 nos impossibilita.

O ato que começou no Theatro Municipal encerrou-se no Vão do Masp, onde ocorreu um jogral que marcou um novo ato para a próxima terça-feira, 19 de janeiro. Já o protesto que teve início no Largo da Batata foi finalizado nas proximidades da estação Butantã do metrô.

​BOMBAS NÃO VÃO NOS CALAR

Os dois últimos atos contra o aumento da tarifa em São Paulo​, ​que subiu de R$ 3,50 para R$ 3,80 no sábado (09/01), foram marcados por forte repressão policial. “Mesmo com toda repressão da polícia militar, que tenta acabar com as manifestações, calando a nossa opinião, nós devemos continuar mobilizados até o fim, até que o aumento seja revogado”, declara a presidenta da União Paulista dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UPES), Ângela Meyer.

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