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2ª vice-presidenta da UNE participa de seminário estudantil na Noruega

17/05/2016 às 18:00, por Renata Bars.

Tamires Sampaio representou o Brasil e a UNE durante o ”Global Students Voice”, na última semana

Estudantes de diferentes partes do mundo participaram de 9 a 11 de maio do seminário estudantil ”Global Students Voice”, que aconteceu na Universidade de Bergen, na Noruega. A vice-presidenta da UNE, Tamires Sampaio participou do evento representando o Brasil e fez parte de uma das mesas intitulada ”Vitórias do Movimento Estudantil”.

Estavam presentes também representantes das entidades estudantis do Niue, um pequeno país localizado nas Ilhas do Pacífico, Estônia (EÜL), Eslovênia (SSU) e Romênia (ANOSR).

”Foi uma experiência enriquecedora. Foi muito interessante notar que mesmo pertencendo a lugares tão diferentes e distantes, os estudantes ao redor do mundo tem muitas pautas em comum como a preocupação com a mercantilização da educação, assistência e permanêcia estudantil e o acesso à educação superior”, contou Tamires.

Em sua participação na mesa sobre as vitórias do movimento estudantil Tamires falou sobre Plano Nacional de Educação (PNE) e a vitoriosa luta para os 10% do PIB para o setor. Políticas de acesso como o Prouni e as Cotas também foram lembradas.

Ao final do encontro uma carta construída pelas delegações do Canadá, Brasil, Espanha, Dinamarca, Mianmar e Niue foi ratificada por todos os estudantes presentes.

Intitulada Carta de Bergen, o documento fala sobre o acesso à educação superior, mobilidade, sustentabilidade e segurança ao redor do mundo e os direitos fundamentais dos estudantes, como a organização em entidades representativas.

”Acreditamos que todos os estudantes têm o direito de serem representados e são capazes de participar das entidades estudantis, que são democraticamente organizadas por sua filiação institucional que deve ser acessível e livre para todos os alunos. As entidades estudantis devem refletir a diversidade da população estudantil, principalmente, assegurando a igualdade de participação das mulheres. Uma união nacional de estudantes, democraticamente eleita, deve representar os estudantes à nível nacional, através da qual os alunos são capazes de participar na tomada de decisão dos processos nacionais relevantes e que será reconhecido como a voz estudantil nacional perante o governo”, afirma a carta.

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