Delegações de diversos estados brasileiros presentes no evento mostram a força da entidade no movimento estudantil secundarista, que tem muita história pra contar. É o o que mostra o livro UBES, Uma rebeldia consequente, da estudante de história Raisa Marques, lançado no ato de abertura do Congresso. Muitos debates estão programados para o evento, que vai até domingo, 13, na UFMG
Foi dada a largada para os debates programados no 38º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas. Diversos temas serão debatidos, como Democracia e Mídia, Esporte e Juventude, combate à discriminação, entre outros. Destaque hoje para mesa: “Os desafios do projeto nacional de desenvolvimento sustentável, o pré-sal é nosso”, com as presenças de Tiago Ventura, vice-presidente da UNE, Gilson Reis (Presidente do Sindicato dos professores de Minas Gerais - Sinpro), José Maria da Silva (Diretor do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais - Sindpetro) e um representante do Ministério do Meio Ambiente. . A UBES é parceira da UNE na reivindicação de que 50% do Fundo do Pré-sal sejam destinados à Educação. As discussões também vão aprofundar os debates em torno da construção de um plano nacional de educação, que contemple mais investimentos e a valorização do Ensino Médio.
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A história do movimento estudantil secundarista é resgatada

Como entidade sexagenária, a UBES tem muita história para contar. História de lutas por uma educação de qualidade. A estudante de história Raisa Marques, em parceria com o jornalista André Cintra, decidiu resgatar a memória do movimento estudantil secundarista ao escrever o livro "UBES, uma rebeldia conseqüente", resultado de dois anos de pesquisa e entrevistas com os ex-dirigentes que ajudaram a construir a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas.
Na primeira noite do Congresso aconteceu o lançamento da obra, com a participação de alguns ex-presidentes da entidade. Entre eles Manoel Rangel, atual presidente da ANCINE (Agência Nacional do Cinema) que em 1989 estava à frente da UBES.
Para a autora, a história é um instrumento importante para a luta. "O livro vai fazer com que a UBES e o movimento estudantil sejam ainda mais respeitados e valorizados", destacou Raisa Marques.
UBES, uma rebeldia consequente é uma produção independente da entidade, e tem 324 páginas.
Da Redação.