Sob a temática "Brasil-África, um Rio chamado Atlântico", a 5ª Bienal pretende fazer uma reflexão sobre os elementos que compõem a formação da cultura popular brasileira, colocando em destaque a influência africana dentro do contexto nacional. Isso porque o Brasil tem, em sua essência, diversas etnias convivendo entre si e a africana, uma das mais importantes, ainda é pouco discutida.
Com data marcada para acontecer entre os dias 27 de janeiro e 1º de fevereiro do ano que vem, a Bienal entra agora em sua fase de preparativos finais. O primeiro passo será o VI Seminário Nacional do Circuito Universitário de Cultura e Arte (CUCA), que acontece entre os dias 11 e 13 de agosto, no Rio de Janeiro.
Todos os cuqueiros do Brasil estão convidados a participar do encontro, que terá como eixo principal a organização da Bienal. A proposta é envolver nessa preparação todos os estudantes que, direta ou indiretamente, contribuem para a formação de núcleos CUCAs em seus estados. Serão definidas além da programação, a estratégia de lançamento da Bienal nos estados. Os interessados devem se programar e viabilizar a participação no encontro.
O CUCA é um projeto cultural desenvolvido pela UNE, presente em mais de 10 estados, com objetivo de criar uma rede de troca de experiências entre as mais diversas produções artísticas dos estudantes.
A partir do dia 11 de agosto, data em que será lançada oficialmente no Rio de Janeiro a 5ª Bienal da UNE, estudantes universitários de todo o Brasil poderão inscrever trabalhos nas áreas de Literatura, Ciência e Tecnologia, Música, Artes Ciências, Arte Visuais, Cinema e Vídeo. O regulamento estará disponível no site da UNE
Para o coordenador Nacional do CUCA, Tiago Alves, esta quinta edição será a maior Bienal que a UNE já construiu. "O momento é de refletirmos sobre a consolidação do Circuito Universitário de Cultura e Arte, os CUCAs da UNE. Hoje temos 10 pontos de cultura espalhados pelo país. O seminário servirá para construirmos, com as diversas opiniões, uma Bienal que contemple toda a diversidade cultural brasileira", explica.